sexta-feira, 19 de junho de 2009

69 - ENQUETE ENCERRADA

Ficou definida desta forma (ver quadro ao lado) pelos servidores; a redução da jornada de trabalho para 6 horas diárias (30 horas semanais) será a primeira solicitação que a nova diretoria da ASSEMP/RN fará ao PGJ, Dr. Manoel Onofre.

Esta solicitaçaõ está na pauta da próxima reunião da diretoria (Reunião 2-2009) que definirá, além da redação do texto com os devidos argumentos, outros temas importantes dos quais antecipo: a organização do 1º Fórum de discussões dos Servidores do MP/RN e criação da Ouvidoria da ASSEMP/RN.

A definição das próximas ações da nova diretoria da associação serão definidas em enquetes publicadas no site, portanto, depois da posse dia 01/08/09. Entretanto, continuarei usando este espaço para publicação das atas das reuniões.

Postado por José Júnior - Candidato à Presidente da ASSEMP na chapa Mobilização Regional

Comentários:
Anônimo disse...
NÕ VEJO A NECESSIDA DE UMA OUVIDORIA PAR ASSEMP
Domingo, Junho 21, 2009 4:18:00 PM

Colega, o convido a participar da reunião da diretoria onde a criação desta ouvidoria será discutida, o servidor que a sugeriu nos apresentou vários motivos para a criação da mesma, seria interessante você ouví-lo.

4 comentários:

Anônimo disse...

NÕ VEJO A NECESSIDA DE UMA OUVIDORIA PAR ASSEMP

Anônimo disse...

PSRTE DO ARTIGO NO JORNAL DE HOJE: AN19 JUN Desafio contemporâneo 18:00 - Artigo,
ANÍSIO MARINHO NETO, 1º Procurador de Justiça e professor universitário (anisio@rn.gov.br) ÍSIO MARINHO

Sou um democrata que aprendi a pensar no bem estar de todos, e luto para erradicar da Instituição a nefasta Aristocracia instalada Assim entendo que o novo Chefe da Instituição vai precisar de todos, numa grande unidade, irmandade e companheirismo. Vamos à luta, para a construção do MP cada vez mais forte e altivo, e não apático, ausente, descompromissado, perseguidor e político como foi à última gestão que ontem finalmente acabou sem deixar saudades.

Anônimo disse...

19 JUN Desafio contemporâneo 18:00 - Artigo,


O nosso futuro se desenha com a vida de cada dia e de cada um. Esse futuro, todavia, não cabe dentro da estrutura atual de nossa Instituição. Por isso, percebo que a última gestão foi de ausência de uma proposta efetiva para cumprir o desiderato de levantar a nossa Instituição a um patamar cada vez maior, e sendo assim assumo a responsabilidade e o compromisso de lutar, para que possamos construir um processo de intensas reformas que se fazem urgentes para que possamos viver o nosso futuro de acordo com o destino que nós mesmos escolhemos. Processo de reformas profundas, que passa pela alteração de nosso método de trabalho e reformulação de estruturas antigas. Processo que alcança a nossa própria vida individual, dentro da Instituição, e que impõe definições mais claras do papel que devemos desempenhar na sociedade e que exige a expressa manifestação de uma vontade institucional. Entendo que o novo Chefe da Instituição não pode apresentar um projeto individual, mas, sobretudo um pensar coletivo, onde todos nós sonhamos e desejamos operacionalizar e que ele tem a obstinação de persegui-lo durante todo o mandato que hoje se inicia. Sou um democrata que aprendi a pensar no bem estar de todos, e luto para erradicar da Instituição a nefasta Aristocracia instalada Assim entendo que o novo Chefe da Instituição vai precisar de todos, numa grande unidade, irmandade e companheirismo. Vamos à luta, para a construção do MP cada vez mais forte e altivo, e não apático, ausente, descompromissado, perseguidor e político como foi à última gestão que ontem finalmente acabou sem deixar saudades.

O acendedor de ideias românticas disse...

Outra coisa que deve ser buscada é a possibilidade de remoção entre as regiões. Disseram que ia sair uma resolução sobre o assunto, mas até agora, pelo menos eu, não fiquei sabendo de nada.