has do Castelo de autoria de Domingos Pellegrini. O livro conta uma história que se passa na Idade Média na qual um rei em seu leito de morte dá para o bobo de sua corte o título de duque e um castelo. Entretanto, esse castelo é disputado pelos dois filhos do rei e o bobo da corte acaba ficando com outro castelo abandonado e de pouca significância para os filhos do rei. A partir daí, o bobo da corte que sei intitula de Bobuque passa a conduzir ao seu castelo aqueles considerados a escória da sociedade daquela época, como os velhos, aleijados, doentes e crianças abandonadas. Assim, o Bobuque com ajuda de cada pessoa do seu castelo vai construindo uma comunidade unida capaz de passar por diversos obstáculos. A Idade Média foi um período muito interessante por ter abrigado coisas típicas como castelos, reis, príncipes, bobos da corte e o trovadorismo, por exemplo. Eu particularmente me interesso muito por essa parte da história e foi por isso que gostei de ter lido esse livro.
A figura do bobo da corte na Idade Média também é digna de comentários. Na verdade, os bobos da corte foram mais comuns no final da Idade Média e recebiam também os nomes de curinga, jogral, pierrot ou bufão, entre outros. Eles geralmente apresentavam uma deficiência física e sua principal função era entreter o rei e a corte.
Ao contrário do que se pensa, o bobo da corte não era tão bobo assim. Ele entendia da política e das coisas do reino. Era ousado e por vezes irônico, zombador e tecia críticas escondendo-se atrás dos seus disfarces enquanto declamava, dançava e tocava instrumentos. O bobo da corte, pode se dizer, era o único súdito que podia ter tais comportamentos de crítica ao reino e ao rei sem correr o risco de ser preso. Ele era livre no pensar e no agir como ninguém era.
Hoje, talvez o que mais se aproxima de um bobo da corte sejam os palhaços de circos. Pelo menos essa imagem do bobo da corte não morreu totalmente e um pouco dela está presente nos nossos dias. Que nos espelhemos na sua irreverência e ousadia!
Postado por Melina Feitosa - Colaboradora da Região de Natal


4 comentários:
Aqui na PGJ nós ainda encontramos alguns bobos da corte, estes não criticam apenas se refestelam nas sobras deixada pelos membros, os outros, que assistem a tudo calado - com medo de buscar seus direitos - estes são os imbecis da corte (eu estou incluso, por osmose).
Continuem assim SERVOS da gleba, vocês não precisam de sindicato, pois, os membros proverá suas necessidades, talvez os membros consiga um PAE para vocês, também.
hahahahahahahahahahahahahahahahaha
Na reunião de hoje pela manhã com o PGJ, este falou muito em organização, eficiência, qualidade no serviço, como a sociedade vê o MP, porém, isto é balela, pois, a sociedade está vendo como o órgão gasta o dinherio público - que tal o PAE?. Eu fico me perguntando qual a serventia que terá uma psicológa para prestar informações juridícas para a instituição e, mais, não será com pirulito que os servidores irão se motivar. Que tal começar colocando a titia para o seu devido setor, para o qual ela prestou concurso? que tal defenestrando os parentes de políticos? não será isto nepotismo?
SE ELE QUER MORALIZAR, POR QUE NÃO COMEÇA ACABANDO O DESVIO DE FUNÇÃO.
ADO, ADO, CADA UM NO SEU QUADRADO.
E CONCORDO COM O AMIGO, A PSICOLÓGA PRECISA MELHORAR NAS BRINCADEIRAS ACHEI MUITO SEM GRAÇA, DESDE DO DIA DO SERVIDOR ACHEI MUITO SEM MOTIVAÇÃO.
PRECISA MELHORAR E MUITO!!!!
UM ÓRGÃO QUE QUER DÁ EXEMPLO TEM DE COMEÇAR DE CASA.
1º DEVIO DE FUNÇÃO- EXISTE BASTANTE
2ºNEPOTISMO-PARENTE DE POLÍTICO EM CARGO COMISSIONADO-É UMA VERGONA
SE MORALIZAR, ACHO QUE O RESTO DA SOCIEDADE VAI ACREDITAR NUM MINISTÉRIO PÚBLICO.
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