quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

CAMPANHA PARA PGJ 2009/2010

No Rio Grande do Norte, também foi inaugurada a campanha para o cargo de Procurador-Geral de Justiça, cuja eleição ocorrerá em meados do primeiro semestre de 2009.
O Promotor de Justiça da Infância e da Juventude de Natal Manoel Onofre de Souza Neto saiu na frente, ao anunciar formalmente a vários colegas a sua intenção de concorrer ao cargo, tendo como Procuradora-Geral Adjunta a Procuradora de Justiça Mildred Medeiros de Lucena.
Em conversas de bastidores, outros membros do Ministério Público potiguar têm sido lembrados e estimulados à disputa da sucessão do Dr. José Augusto de Souza Peres Filho, atual Procurador-Geral de Justiça, e que também pode ser candidato à recondução. São eles: o Promotor de Investigação Criminal e Controle Externo da Atividade Policial de Natal Jovino Pereira da Costa Sobrinho, os Promotores dos Tribunais dos Júris de Natal e o de Mossoró, respectivamente, Erickson Girley Barros dos Santos e Armando Lúcio Ribeiro, a Promotora de Defesa do Idoso de Natal Iadya Gama Maio e as Procuradoras de Justiça Maria Sônia Gurgel da Silva e Valdira Câmara Torres Pinheiro Costa.
Alguém pode ficar surpreso com a antecedência da veiculação de tais candidaturas prévias. No entanto, para a o exercício profissional da chefia de uma Instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, que tem como razão de existir a “defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis” (art. 127, da Constituição Federal), é indispensável o diagnóstico da realidade a ser vivenciada e a preparação para este fim, o que exige estudos sérios e trocas de experiências. Além disso, como pressupostos inerentes à pretensão, o(a) candidato(a) deve ser tecnicamente competente, eticamente comprometido com os valores perenes e constitucionais, despojado de vaidades pessoais que passem por cima das coletivas, líder para decidir dentre as opções legalmente postas e debatidas, humilde de coração (logo, sábio), inimigo do arbítrio e de toda forma de opressão, e devoto da Justiça.
Que os meses (o amadurecimento trazido pelo tempo), as propostas (“o quê” e o “como fazer”?) e a avaliação dos históricos e caracteres de cada um deles leve a uma decisão sábia os membros do Ministério Público!

do blog de Paulo Pimentel

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