A internet hoje muda gradativamente a forma de interação entre as pessoas. Diante da tv, somos telespectadores, do rádio, somos ouvintes, mas, diante da internet somos essencialmente "interagentes". Temos na web um espaço livre e democrático para troca de informações sobre tudo! E essa liberdade é a responsável pelas grandes transformações que a nossa sociedade tem sofrido.Na charge ao lado, percebemos que nem sempre estamos preparados para o novo, às vezes, são tantas as informações que nem temos tempo de assimililar as inovações de um programa e sua nova versão é lançada.
Que dizer da mudança de conceitos e idéias! Mas nossa maior dificuldade não é simplesmente mudar, mas principalmente, perceber as mudanças. Sexta-feira, dia 08/06/09, no auditório da PGJ em Natal, estava em curso um desses momentos. 82 servidores se fizeram presentes à assembléia extraordinária para discutirem e votarem temas de seus interesses.
Estamos de parabéns. Um fino, um fino, um grosso, um fino, um fininho, um fino...
Postado por José Júnior - Colaborador da Região de Mossoró
Anônimo disse...
TEMOS QUE PERGUNTAR A JOSENILSON QUAL O DIA DA PUBLICAÇÃO NO JORNAL E QUE DEPOIS DISSO FASSAMOS UM DIA DE MOBILIZAÇÃO SILENCIOSA, NOVAMENTE COM AS CAMISAS PRETAS.
Terça-feira, Junho 09, 2009 9:03:00 AM
A metéria será publicada, conforme definido na assembléia, no próximo domingo, dia 14/06/09. sobre outra mobilização, vamos "ter muita calma nessa hora".
Anônimo disse...
Pelo contéudo das manifestações postadas para o tópico "PERGUNTAS???", podemos inferir que a luta pelas 6 horas deve ser considerada umas das prioridades. A uma, porque não depende de orçamento para aprovação. A duas, porque não há justificativa plausível para sua negativa, basta que os setores organizem uma escala de revezamento e repassem essas informações para a ASSEMP. Essa, por sua vez, encaminha um plano organizado de implantação das 6 horas, com detalhes do funcinamento de todos os setores do MP/RN, destacando a viabilidade do projeto. A três, porque evita o desvio de função. Muitas vezes o servidor já cumpriu adequadamente suas atribuições do dia e por estar preso ao local de trabalho (às vezes por quase 11 horas diárias) acaba sendo confundido, com todo o respeito à categoria, com um empregado doméstico. A quatro, porque não é o maior número de horas da jornada que define a produtividade, pelo contrário, estressa, cansa, esgota o servidor, de modo que com essa jornada não se consegue fazer nada durante a semana. E não falo da parte mais importante (o convívio familiar), falo do mínimo que se espera do serviço público: capacitação e eficiência. Como os servidores podem fazer um curso de capacitação, uma especialização, um simples curso de informática??? Abrindo mão do sábado e relegando ainda mais sua vida pessoal ao esquecimento?
Enfim, argumentos não faltam para alicerçar esse pleito...não podemos aceitar o seu indeferimento.
À atual composição da ASSEMP cabe iniciar o processo. Fica a sugestão: entrem em contato com os chefes de setores para que elaborem a escala. Entrem em contato também com as promotorias do interior. Vamos tentar implementar a jornada de 6h em agosto. Vamos lutar pelo mínimo de respeito e valorização do nosso trabalho.
Terça-feira, Junho 09, 2009 2:43:00 PM
Particularmente, não vejo disposição na atual gestão da associação para iniciar este processo. No mais, concordo com seus argumentos.


3 comentários:
TEMOS QUE PERGUNTAR A JOSENILSON QUAL O DIA DA PUBLICAÇÃO NO JORNAL E QUE DEPOIS DISSO FASSAMOS UM DIA DE MOBILIZAÇÃO SILENCIOSA, NOVAMNET COM AS CAMISAS PRETAS.
Pelo contéudo das manifestações postadas para o tópico "PERGUNTAS???", podemos inferir que a luta pelas 6 horas deve ser considerada umas das prioridades. A uma, porque não depende de orçamento para aprovação. A duas, porque não há justificativa plausível para sua negativa, basta que os setores organizem uma escala de revezamento e repassem essas informações para a ASSEMP. Essa, por sua vez, encaminha um plano organizado de implantação das 6 horas, com detalhes do funcinamento de todos os setores do MP/RN, destacando a viabilidade do projeto. A três, porque evita o desvio de função. Muitas vezes o servidor já cumpriu adequadamente suas atribuições do dia e por estar preso ao local de trabalho (às vezes por quase 11 horas diárias) acaba sendo confundido, com todo o respeito à categoria, com um empregado doméstico. A quatro, porque não é o maior número de horas da jornada que define a produtividade, pelo contrário, estressa, cansa, esgota o servidor, de modo que com essa jornada não se consegue fazer nada durante a semana. E não falo da parte mais importante (o convívio familiar), falo do mínimo que se espera do serviço público: capacitação e eficiência. Como os servidores podem fazer um curso de capacitação, uma especialização, um simples curso de informática??? Abrindo mão do sábado e relegando ainda mais sua vida pessoal ao esquecimento?
Enfim, argumentos não faltam para alicerçar esse pleito...não podemos aceitar o seu indeferimento.
À atual composição da ASSEMP cabe iniciar o processo. Fica a sugestão: entrem em contato com os chefes de setores para que elaborem a escala. Entrem em contato também com as promotorias do interior. Vamos tentar implementar a jornada de 6h em agosto. Vamos lutar pelo mínimo de respeito e valorização do nosso trabalho.
não posso falar, questionar e lutar por direitos, pois algo me deixa sem coragem, sem força, enfim sem voz. estou amordaçado, mas foi eu que escolhi. a partir daí, já não tenho mais escolha, pois ela já faz parte de meu orçamento. tenho de para sempre viver assim, enquanto vejo outros servidores de outros órgão, TJ, pors exemplo, progredirem na carreira. sou reflexo da minhas atitudes, quem mandou ficar sem coragem, só dizendo amém. colhemos o que plantamos. e o resultado está aí. temos de contar com a sorte? aplaudir os servidores do TJ/RN? já não sei mais quem sou. acreditava que era real, mas de real e muitos, por sinal, estamos precisando mais do que nunca, porém algo concreto e que nã dependa da boa vontade ou bom humor de quem nos dá. não sou remunerado para ficar rindo o tempo todo, mas sim para realizar minhas tarefas ministeriais, e por falar nisso, as executo muito bem, obrigado. afinal, tenho personalidade.
se não fosse o agarramento a algumas migalhas caídas do banquete, talvez a presença maciça de servidores a caráter, vestidos de camisas pretas, fosse avassaladora. é triste ter que constatar isso. temos de ficar preso a certas migalhas, ao invés de lutarmos por salários dignos e benefícios mais. a atitude de alguns colegas denunciam a situação. só nos resta o quê agora?
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